quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Sobre o dia 26


Pensei em tantas coisas para marcar um dia que no final de contas, irá acabar do mesmo modo como todos os outros. Pensei em clicar ou resgatar fotos antigas que mostrassem como as minhas feições e as dele mudaram em quatro anos. Mas não creio que isso poderá trazer a intensidade que tanto procuro quando quero falar dele.

É por isso que eu não escrevo muito no blog sobre a terceira pessoa do singular que me encanta tanto, porque por mais que eu goste de palavras, elas sempre se esgotam. Os adjetivos são tão cruéis. Eles não duram mais do que algumas estações do ano. Ficaram então, os substantivos. E mesmo assim, nomear esse sentimento, esse amor propriamente dito, nunca foi fácil pra mim. Uma frase dos Beatles, talvez? Ou quem sabe, da Clarice Lispector? Qualquer uma que pudesse transformar docemente o seguinte recado: setembro de dois mil e nove foi o mês que a vida me proporcionou o melhor encontro de todos - e ela não faria sentido hoje, se naquela tarde de primavera eu não tivesse te conhecido. 

6 comentários:

  1. Hm, não sei se é porque você faz letras ou porque escreve bem mesmo haha, adorei o texto e penso mais ou menos igual a ti. Nenhuma palavra ou texto vai significar o que sinto.

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    1. Não adianta, as vezes as palavras são insuficientes...

      Obrigada pelo elogio, Priscila! Um grande beijo!

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. É exatamente assim! Faltam palavras! Parabéns pelos quatro anos *-* Também tenho quatro anos de namoro, comecei a namorar em 29 agosto de 2009, uns vinte e quatro dias antes de vocês hehe. Beijos!

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